Estados Unidos

Estudo americano realça importância de chips em cães e gatos


2009-11-04

Um estudo realizado por uma universidade americana realça a importância dos chips nos animais de companhia, quando estes se perdem, mostrando como a colocação destes dispositivos tem permitido aumentar exponencialmente o número de animais que retornam às suas casas.

O estudo foi realizado por uma equipa liderada por Linda Lord, professora de medicina veterinária da Ohio State University, e foi recentemente publicado no Journal of the American Veterinary Medical Association.

De acordo com os resultados obtidos, o número de gatos que regressam a casa aumentou cerca de 20 vezes. Já em relação aos cães, o número de retornos cresceu cerca de duas vezes e meia, relativamente aos números anteriores.

Estes dados são obtidos em abrigos que fazem a recolha de animais em 23 estados e em 53 instituições. A comparação é feita com dados anteriores, onde a referência era o número de telefone e a morada do proprietário na coleira dos animais.

Nos Estados Unidos ainda não é muito frequente os animais terem microchip, mas os números demonstram o sucesso que este tipo de aparelho pode ter na procura dos donos pelos animais de companhia, quando estes se perdem.

Mesmo assim, este estudo demonstrou algumas lacunas, já que parte significativa dos animais identificados - cerca de 10% - não pôde ser entregue aos donos, por os números de telefone estarem errados, ou porque os donos mudaram de número e essa alteração não foi comunicada aos serviços de registo.

As 53 instituições que colaboram com este estudo fazem, por protocolo, um varrimento de chip a todos os animais que acolhem e, nos animais identificados, mais de 70% dos donos pretendiam ter os seus animais de volta.

Este estudo decorreu entre Agosto de 2007 e Março de 2008 e envolveu 7704 animais aos quais foram implantados chips e que foram parar a algum destes abrigos.

Outro factor a ter em conta, segundo o estudo, é a dificuldade em identificar os chips em alguns animais. Se é verdade que mais de 87% dos casos foi de imediato possível identificar o chip aquando da recepção dos animais, cerca de 10% só foram descobertos na consulta veterinária a que todos os animais são sujeitos quando chegam aos abrigos, e cerca de 2,5 % numa última tentativa de identificar um chip quando os animais já iam para abate, por ninguém os reclamar ou não terem sido adoptados. Como esta dificuldade pode ser dos aparelhos de scanner das instituições envolvidas, depois de terem sido recolhidos os dados foi aconselhado às instituições envolvidas que rastreassem os animais várias vezes, na tentativa de aumentar o número de animais identificados.

Foi também solicitado aos veterinários que, nas consultas anuais aos animais que observam, façam sempre um varrimento ao chip para aferir os dados do animal e confirmá-los com o respectivo dono, e para alertarem os donos para a necessidade de fazerem a alterações dos dados sempre que mudem de casa ou de telefone.

Em resultado do estudo, foi também criada uma base de dados nacional para todos os animais com chip, para permitir um mais fácil acesso aos dados do dono sempre que algum animal seja encontrado.

Apesar de o número de animais identificados com chip estar a aumentar nos Estados Unidos, a verdade é que só 1,8 % dos animais que entraram nos abrigos usava este sistema de identificação. Estima-se que só cerca de 5 % de animais de companhia nos Estados Unidos, entre cães, gatos e cavalos, estarão identificados com chip.

Numa tentativa de aumentar o número de animais identificados com chip, muitas das entidades que colaboraram com este estudo instalam-nos gratuitamente nos animais que vão ser dados para adopção, quando estes encontram uma família que os acolha.


Notícias
2014-11-22 Estados Unidos
Quando, há quase 10 anos, o furação Katrina atingiu o Louisiana, algumas centenas de animais foram resgatados dos destroços da cidade. Parte desses animais foram mais tarde recuperados pelos donos, outros nunca chegaram a ser reclamados e foram distribuídos por vários abrigos para animais, um pouco por todo o território americano.
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São conhecidas muitas histórias de jogadores de futebol, envolvendo as suas crenças, os seus amuletos, ou algumas peripécias automobilísticas que os fazem chegar atrasados aos treinos. Desta vez foi um gato, um simples gato, que atrasou um jogador de futebol, tudo porque aparentemente este terá alergia ao pelo do gato e não esteve para arriscar passar perto dele, ficando à espera que o gato fosse embora.
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Filtros: Gatos
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2014-11-02 Portugal
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2014-10-26 Portugal
15 e 16 de Novembro 2014, Hospital Veterinário Montenegro, Porto
Encerrando a agenda de formações de 2014, o Centro de Formação do Hospital Veterinário Montenegro (HVM) realiza, nos próximos dias 15 e 16 de Novembro, no Porto, o Curso de Dermatologia em animais, com componente teórico-prática.
2014-10-26 Alemanha
Um recente estudo realizado na Alemanha vem demonstrar que, ao contrário do que acontece noutros países, os alemães estão cada vez mais convictos que levar os seus animais de companhia para o trabalho faz bem aos donos, aumenta a produtividade e baixa os níveis de “stress”.
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Neste Sábado, dia 25 de Outubro, decorreu em Nova Iorque a já famosa parada do Halloween canino. Foram às centenas os cães que participaram mascarados com os mais estranhos adereços e aos milhares os habitantes da cidade que assistiram e levaram os seus cães a ver os outros fantasiados.
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